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Solidariedade E Responsabilidade São Fundamentais No Enfrentamento Da Pandemia

Entidades e projetos dependem de doações para manter atendimento às populações vulneráveis

Desde o início da pandemia no país, pessoas e empresas têm dado um belo exemplo de solidariedade, contribuindo para fortalecer os serviços públicos de saúde e para melhorar a vida das pessoas. Segundo o Monitor das Doações da Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), o número de doações ultrapassa R$ 6,6 bilhões. Desse total, cerca de R$ 1 bilhão foi doado pelo setor de mineração. Após encerrar 2020 com mais de R$ 1,2 milhão em doações, a Atlantic Nickel já entregou até este mês de março de 400 cestas básicas em benefício de projetos que cuidam de crianças, idosos e famílias em situação de vulnerabilidade social.

No entanto, a pandemia continua e estamos vivendo um dos momentos mais críticos na área da saúde, além do agravamento dos impactos na economia. Por isto, as entidades que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade têm visto crescer os pedidos de ajuda e, ao mesmo tempo, as doações diminuírem. A Fundação Casa de Deraldina de Amparo à Velhice, em Ipiaú, que atende atualmente 62 idosos, tem uma fila de espera de 30 pessoas. “Estamos na luta para ampliar o espaço físico para atender esta demanda”, conta, Margarete Chaves dos Santos Oliveira, uma das fundadoras e há 35 anos à frente da Instituição.

Margarete explica que tem poucos recursos fixos por meio de convênios com as prefeituras de Ipiaú e Ibirapitanga, mas que as doações são imprescindíveis para manter a Casa. “Nossas necessidades no dia a dia são doações de alimentos, produtos e higiene e limpeza e fraudas. Neste momento, materiais de construção são muito importantes para concluírmos as obras”, explica.

No Projeto Mão Amiga, também em Ipiaú, que oferece serviços de apoio psicológico, oficinas de profissionalização, além de distribuir cestas básicas e, uma vez por semana, sopa e pão para a população em situação de vulnerabilidade social, a demanda por ajuda também tem aumentado. “Principalmente com o fim do auxílio emergencial, muitas famílias buscam ajuda e a gente tenta atender como pode. O apoio de pessoas da comunidade e de empresas como a Atlantic Nickel tem sido fundamental para conseguirmos distribuir os alimentos. Agora vamos começar a campanha do agasalho, outro desafio”, conta a coordenadora Mônica Souza dos Santos.

Assim como a Casa de Deraldina e o Mão Amiga, milhares de entidades e projetos filantrópicos buscam cada vez mais doações para minimizar o sofrimento de milhões pessoas. Existem muitas formas de fazer sua doação e continuar esta corrente de solidariedade. Juntamente com atitudes responsáveis como evitar aglomerações, usar corretamente a máscara em locais públicos, manter a higienização das mãos e respeitar as medidas restritivas das autoridades públicas, a solidariedade também é fundamental para aliviar o sofrimento de tantas pessoas e salvar vidas.

Saiba para quem e como doar

Projeto Mão Amiga (Ipiaú)
Doações em dinheiro: Ag: 0357- 3 Conta: 6644-3 (Banco do Brasil) Mônica Souza dos Santos
https://www.facebook.com/maoamiga.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/projetomaoamiga

Fundação Casa de Deraldina de Amparo à Velhice (Ipiaú)
Doações em dinheiro; Banco do Brasil – Agência 03573 – Conta: 17954x
https://www.facebook.com/pages/FundacaoCasadeDeraldinadeAmparoaVelhice

Pela internet
Existem vários sites com informações sobre instituições que precisam de doação
www.paraquemdoar.com.br – reúne as instituições por estado. A Bahia tem 15 instituições listadas no site.
https://www.doeagora.org.br/covid-19 – doações em dinheiro que são revertidas em cestas básicas para pessoas em situação de vulnerabilidade social em vários estados
https://www.acaodacidadania.org.br/formas-de-doar – possui ações em vários estados, incluindo a Bahia
https://associacaodombosco.org.br/doacoes – Atua em Salvador

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