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Desde o início da pandemia de coronavírus, passamos a conviver com novas necessidades de proteção e precisamos adotar hábitos que não estavam em nosso dia a dia, como o uso de máscara, a higienização constante das mãos e o distanciamento seguro de nossos amigos, colegas de trabalho e, muitas vezes, até de familiares. Tudo para nos proteger do contágio e proteger, também, as pessoas de nosso convívio. Seguir as orientações das organizações de saúde passou a ser mais que apenas uma escolha, mas responsabilidade com a saúde coletiva.

E é esta responsabilidade que está garantindo a segurança dentro de nossa empresa, que desde o início adotou todas as medidas e tem dado constantemente orientações para que ninguém se descuide. “Precisamos continuar muito atentos. Com o passar do tempo, há uma tendência de relaxarmos e nos descuidarmos destes hábitos, que ainda são a nossa única proteção contra o vírus”, alerta a técnica em Enfermagem do Trabalho da Atlantic Nickel, Maria Luz Reis. “Às vezes, o fato de outra pessoa não ter sintomas pode gerar uma falsa segurança, mas precisamos lembrar que existem as pessoas assintomáticas e assim manter todos os cuidados”, reforça.

Atenção redobrada

Os hábitos que precisam ser reforçados todos os dias são “o uso da máscara, de forma correta, a higienização das mãos com água e sabão ou com álcool em gel e o distanciamento seguro”, relembra Maria Luz. “Muitas vezes aqui dentro da empresa as pessoas ficam mais atentas por ter fiscalização e protocolos mais rígido, mas isso precisa ser posto em prática também fora da empresa para proteger a si e às suas famílias”, afirma.

Para evitar a contaminação interna a empresa tomou uma série de medidas que vão desde o controle de acesso ao afastamento de colaboradores com possíveis sintomas da doença. “O controle de temperatura na entrada é nosso primeiro cuidado. Qualquer alteração, o colaborador é afastado, fazemos um questionário sobre outros sintomas e ele passa a ser acompanhado pelo nosso serviço médico. Também orientamos para que sua família seja acompanhada pelo serviço público de saúde”, diz a técnica.

Todos os colaboradores também recebem a orientação de não ir ao trabalho caso apresente algum dos sintomas da contaminação (tosse seca, coriza, dor de cabeça e nas articulações, espirros e perda de olfato e paladar). “Nestes casos, a orientação é entrar em contato com o serviço médico ou com o gestor da área e informar os sintomas. Aí passamos a fazer o acompanhamento”, explica. “Por isto, fazemos questão de estar sempre lembrando a importância da prevenção. Sempre digo que se não nos cuidarmos, nós podemos ser condutores do vírus”, finaliza Maria Luz.

 

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